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"O "Cabo" Ivan é um dos meus mestres nessa ciência difícil de encaixar palavras e notas, e vejo que cada vez ele refina mais a arte de fazer com que a palavra, escolhida depois de considerar dez alternativas, pareça a melhor possível ou até mesmo a única possibilidade.  O grande poeta nos encoraja a escrever, porque a beleza dos resultados que alcança nos faz esquecer a subida da ladeira.
Bráulio Tavares - Jornal da Paraíba, 02.2010


"Ivan Santos é uma eterna "dica" – e provavelmente continuará sendo – desde que desembarcou na Alemanha no início dos anos 1990 e deu continuação ao desenvolvimento de sua particular variante da música brasileira …"
Michael Kegler - Nova Cultura, 03. 2010


"Assim como Rosanna & Zélia, foi distante de seu país de origem que o brasileiro Ivan Santos descobriu seu próprio estilo. [...] Sua poesia não deixa de fora a política e seu marcante estilo de canto-falado toca em temas como Voodoo, CIA, Vaticano e Dalai Lama…"
Detlef Kinsler - Journal Frankfurt, Nr. 05/201



"…Alguns dias atrás nos chegou a notícia de que uma parceria de Ivan Santos com Lenine foi premiada com um Grammy. A canção chama-se „Ninguém faz Idéia“ e está no CD „Lenine InCité“. […] Brasil com S parabeniza esses dois artistas que a cada vez enriquecem nossa arte com mais intensidade."
Tânia Gabrielli und Clemens Maria-Pohlmann - Brasil com S


"…Songs from Nowhere (2002) de Ivan Santos é um cd que tenho escutado muito nas últimas semanas, e que certamente merece sua atenção. (…) A magia desse cd está em seus detalhes: a cada audição descobre-se algo novo; novos jogos de palavras em suas letras, interessantes aspectos nos arranjos e rítmos, etc."
Olaf Brugman - Goiaba Brazilian Music, 2005



"…Seriedade e humor não se excluem nas canções nem na personalidade de Ivan Santos. Cuidadoso ele segue a trilha da tradição brasileira, animado pelo objetivo de tornar sua música cada vez mais simples."
Norbert Krampf - Frankfurter Allgemeine Zeitung - 25.06.2005


"...Há no entanto um estilo inconfundível, que identificamos em cada faixa do disco, além de uma notável percepção dos caminhos que a música brasileira percorreu nos últimos anos. De longe Ivan parece acompanhar o que acontece aqui e seu cd tem uma sonoridade muito contemporânea..."
Sílvio Osias - Jornal da Paraíba
- Fevereiro, 2004


"Rapsodo intertextual da pós-modernidade, Ivan Santos mescla os efeitos computadorizados com a síncope do coco, o blues com o baião, a viola do repentista com a guitarra do rock, finca o seu marco no lugar nenhum de todo canto."
Astier Basílio - A União - Fevereiro, 2004


"Inspirado - Ivan: concepçãp brasileira com sons do mundo.
Elinaldo Rodrigues - Jornal da Paraíba


"...O resultado é música pop consistente e enraizada na cultura brasileira, mas acessível às pessoas que diretamente não têm nada a ver com o Brasil".
Hans-Jürgen Lenhart - Jazzthetik - Setembro, 2003


" Balada cortante de beleza incontestável, Lady Multimelancólica é o ponto alto do Songs from Nowhere, que tem outros bons momentos em "Cris me Quis, "Na Lona" e em "Mau Jesus e o Bom Ladrão". Todas elas composições criadas na Alemanha por esse paraibano que bancou, com a cara e a coragem, a difícil empreitada de desenvolver uma carreira musical no exterior, sem apelar para os clichês".
Felipe Tadeu - International Magazine - Março, 2003



"Songs from Nowhere - músicas de um certo lugar nenhum. Músicas que estão no ar. Fazem a gente pular, sorrir e sonhar".
Michael Kegler - Nova Cultura - Novembro, 2002


"Seriedade e teimosia são importantes elementos na música e caráter desse artista de 49 anos. Assim como o objetivo de expor de uma maneira simples até as coisas mais complexas. Nesse meio tempo Santos esteve tocando apenas com um ou dois percussionistas e nos anos recentes até desenvolveu uma poesia menos carregada de significados, mas não menos valiosa de se ler e ouvir. O elemento fundamental em seu cd "Songs from Nowhere” é a idéia de um compreensível, embora não profano, pop-minimalismo".
Norbert Krampf - Frankfurter Allgemeine Zeitung - 23.11.2002


"...Em sua música rítmos tradicionais do nordeste do Brasil, como baião e maracatu, seguem vivendo. No entanto, como músico internacional, Santos, que entre outras coisas escreveu a canção "Lady Multimelancólica” para Rosanna & Zélia, não permanece um preservador das raízes e sim alguém que há anos busca o "crossover” para o blues, rock, pop, funk und reggae e com isso, igual a colegas como Lenine, cria um som urbano que permite inúmeras associações.
Detlef Kinsler - Journal Frankfurt - Nr. 24/2002



"Em Ivan Santos o samba pode se tornar soul e a bossa se transformar em blues. E isso de uma maneira homogênea, por ele estar – apesar do "exílio”- enraizado na própria cultura. Nesse caso a cultura do nordeste do Brasil."

Frankfurter Rundschau - 21.3.1998

 
   
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